Confesso, a princÃpio não iria ao show, motivo esse deixo guardado.
Via Funchal, 19 de fevereito 2008 – casa de show maravilhosa aqui em São Paulo/SP – som de qualidade e um lugar lindo para curtir qualquer banda.
Lembro-me de ser um dia especial pelo simples fato, de ver uma das minhas bandas favorita a poucos metros de distância em cima de um palco.
Adentrei ao recinto aproximadamente à s 18:00 horas – muito cedo pois a banda só entraria à s 21:30. Para alegria geral o show começou na hora exata *respeito com os que ali esperavam aflitos!
As luzes se apagaram e derrepente ao som de This Is How I Disappear a banda entrou em cena… nesse momento fui literalmente atropelada por uma multidão desesperada em busca do melhor ângulo.
Ao ver Gerard Way naquele palco lembro-me de ficar certos momentos de boca aberta, pensando de “como aquele homem é lindo” – sua presença de palco assim como os demais integrantes é de levantar qualquer defunto, suas poses, caras e bocas era o que mais impressionavam a todos.
Eu que não sou boba nem nada logo fiquei perto da grade (grade santa!)… não fiquei de frente ao Gerard porém fiquei de frente ao Frank Iero, dancei, pulei a cada canção executada.
Quando começou Desert Song eu quase surtei ao ver o Gee entrar com um cigarro e cantar fumando… e os olhares – ai ai.
Quando tocaram Teenagers tive a nÃtida impressão que o Via Funchal viria abaixo (sabe aquela canção que todo fãn-poser da vida conhece?).
Todos estavam lindos, mas confesso que para mim era o Gerard e o Frank em minha mente.
Assim que começaram a tocar Famous Last Words, senti uma tristeza pois nós fãs sabemos que eles tocam essa canção quando o show está prestes a terminar.
Foi aà que me deu a louca, pirei mais do que já estava pirada (nunca pulei tanto, fiquei quase uma semana sem colocar os pés direito no chão).
Se não fosse a quantidade de *crianças e de fãs-posers tinha sido mais que perfeito, há!!! o que importou de fato é que vi ao vivo o um dos homem mais lindo do mundo Sr. Gerard Way.
Dia inesquecÃvel… (19/02/2008) ![]()
Antes de entrar ao recinto – foi muito bom conhecer algumas pessoas que nutrem a mesma paixão que você, ficamos conversando por horas.
E só para terminar MCR não é EMO PORRA!… se querem saber de fato, mesmo se fossem não ligaria, o que me une ao MCR é justamente a sonaridade e ponto.
É normal termos aquela banda, grupo, cantor ou cantora que adoramos… porque em algum momento nos identificamos.
* I’m proud to be a soldier in the MCRmy!
Yes, we are a fucking army!
Câmera de pobre – saiu uma merd*… kkk
Dois vÃdeos que fiz no dia do show – ficaram péssimos para ser honesta – porém são recordações inesquecÃveis bah!!
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* A voz no final “hu hu hu” sou eu… quem conhece a música sabe que no final tem essa “parada” aÃ… kkk. |
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